Você lembra do designer que acusou a Jisoo, do BLACKPINK, de roubar roupas? Pois é, a trama ganhou um novo capítulo — e o criador de conteúdo não ficou calado. Benjamin Voortmans, dono da marca Judassime, voltou a se pronunciar depois de ter pedido para os fãs marcarem a integrante do grupo e sua equipe nas redes sociais. Será que ele está recuando ou dobrando a aposta? Vamos entender.
O que aconteceu até agora?
Há alguns dias, Voortmans publicou um vídeo acusando Jisoo de ter usado peças de sua coleção sem autorização, o que gerou um burburinho enorme entre os fãs de K-pop e do mundo da moda. O designer pediu que os seguidores marcassem a cantora e sua equipe para que eles respondessem às acusações. Mas, em vez de uma resposta direta, o que veio foi uma nova atualização.
A nova atualização do designer
Em um post recente, Benjamin Voortmans explicou que não está buscando um confronto, mas sim uma conversa. Ele disse que sua intenção nunca foi difamar Jisoo, mas sim proteger o trabalho de sua marca. "Não quero que isso se torne uma guerra", escreveu ele, em tom mais conciliador. No entanto, ele reforçou que a situação precisa ser esclarecida e que espera uma resposta oficial da equipe da artista.
Enquanto isso, os fãs de Jisoo — conhecidos como BLINKs — se dividem: alguns acreditam que a acusação é infundada, enquanto outros pedem que a empresa responsável pela cantora se pronuncie para evitar mal-entendidos. O caso, que começou como uma denúncia, agora parece caminhar para um desfecho mais diplomático, mas ainda sem resolução concreta.
O que está em jogo para Jisoo e para a moda?
Para quem não acompanhou o início dessa história, vale lembrar que Jisoo é conhecida não só como integrante do BLACKPINK, mas também como um ícone fashion global. Ela é embaixadora de marcas de luxo como Dior e Cartier, e qualquer acusação de plágio ou uso indevido de design pode manchar sua imagem — mesmo que indiretamente. Por outro lado, o designer Benjamin Voortmans, que comanda a Judassime, uma marca de roupas com pegada ousada e conceitual, também tem sua reputação em jogo. Se a acusação for infundada, ele pode acabar sendo visto como alguém que tentou surfar na fama da idol para ganhar visibilidade.
O que me chama atenção nesse caso é como a linha entre proteção de direitos autorais e oportunismo é tênue no mundo da moda. Já vimos situações parecidas antes, como quando a cantora americana Katy Perry foi acusada de usar um design semelhante ao de uma artista independente em um de seus clipes. No fim, a justiça decidiu que não houve violação, mas o desgaste para ambas as partes foi inevitável. Será que estamos vendo um replay disso no universo K-pop?
A reação dos BLINKs e o papel das redes sociais
Enquanto a poeira não baixa, as redes sociais viraram o palco principal desse drama. Os BLINKs, como era de se esperar, saíram em defesa de Jisoo. Muitos argumentam que a cantora tem uma equipe de styling profissional que cuida de cada look que ela usa, e que seria praticamente impossível ela ter agido de má-fé. Outros, mais cautelosos, sugerem que a agência YG Entertainment deveria se pronunciar oficialmente para esclarecer de onde vieram as peças usadas por Jisoo em suas aparições recentes.
O designer, por sua vez, parece estar tentando usar a pressão popular a seu favor. Em seu novo post, ele agradeceu o apoio de quem marcou a equipe de Jisoo, mas pediu que os fãs não atacassem a cantora pessoalmente. "Não é sobre ódio, é sobre justiça", escreveu ele. Só que, no mundo dos fandoms, essa linha é muito fácil de cruzar. Já vi casos em que uma simples acusação se transformou em uma campanha de assédio virtual, e espero que isso não aconteça aqui.
O que esperar daqui para frente?
Por enquanto, a bola está com a YG Entertainment e com a equipe de Jisoo. Se eles responderem rapidamente, com provas de que as roupas foram adquiridas legalmente ou que se tratam de peças de outras marcas, o caso pode se encerrar sem maiores danos. Mas se o silêncio continuar, a história pode ganhar ainda mais tração — e não do jeito que os fãs gostariam.
O designer Benjamin Voortmans já deixou claro que não vai recuar até ter uma resposta. E, com a atenção que o caso já gerou, é provável que ele consiga o que quer: um diálogo. Resta saber se esse diálogo vai terminar em um acordo amigável ou em uma batalha judicial que ninguém pediu.
Com informações do: Koreaboo





