E aí, fãs de K-pop? Preparem-se para celebrar mais um marco histórico! A Jennie, nossa querida integrante do BLACKPINK, acabou de quebrar recordes de uma forma que vai deixar todo mundo de queixo caído. Vocês estão prontos para saber como o álbum 'Ruby' está reescrevendo a história da música coreana no mundo?

Um feito inédito na Rolling Stone
A notícia bombástica veio direto da renomada revista americana Rolling Stone. No dia 3 de dezembro, eles anunciaram em seu site oficial que o primeiro álbum completo solo da Jennie, Ruby, conquistou o 29º lugar na lista 'The 100 Best Albums of 2025'. E sabe o que isso significa? É a posição mais alta já alcançada por um artista de K-pop na história da publicação! A revista ainda soltou o verbo, elogiando o trabalho com uma comparação que vai fazer qualquer um ficar de olho: eles disseram que o álbum tem uma vibe que remete à Rihanna, especialmente à era do clássico Anti, de 2016. Impressionante, né?
Dominando as paradas globais
Mas a festa dos recordes não para por aí. A influência global da Jennie foi reconhecida de outras formas bombásticas em 2025:
Ela foi coroada em 1º lugar na lista 'Korean Idols of the Year 2025' da Forbes Korea.
No Spotify Wrapped 2025, o álbum Ruby foi o único álbum de artista solo de K-pop incluído na lista 'Best Pop Albums of 2025'.
A faixa-título 'like JENNIE' voou para o 43º lugar entre as 'Most Streamed Songs of 2025' mundialmente, a posição mais alta para uma música de uma artista feminina de K-pop lançada este ano.
E, como se não bastasse, 'like JENNIE' também entrou para a história no Apple Music, ficando em 62º no chart anual 'Top 100: Global 2025', fazendo da Jennie a primeira artista solo de K-pop a aparecer nessa lista.
Mais do que um álbum, uma declaração artística
O Ruby não é só uma coleção de músicas; é um projeto profundamente pessoal. Com 15 faixas que exploram diversos gêneros, a Jennie não apenas cantou, mas também produziu pessoalmente o álbum, imprimindo sua identidade e mostrando todo o seu potencial musical sem limites. Cada música parece ser um pedaço dela, uma exploração de conceitos que solidificam seu lugar não apenas como uma idol, mas como uma artista completa.
Enquanto escreve essa nova página na história, a Jennie segue na estrada com o BLACKPINK WORLD TOUR "DEADLINE". A turnê ainda tem datas marcadas para janeiro em Tóquio, Japão, e seu grand finale acontecerá em Hong Kong, fechando um total de 33 apresentações incríveis por 16 cidades. Imagina a energia?
Fonte: OSEN
O impacto cultural do "Ruby" e a evolução da Jennie
Para entender a magnitude desse reconhecimento da Rolling Stone, é preciso olhar para o histórico da revista com o K-pop. Enquanto grupos como BTS e BLACKPINK já haviam aparecido em listas de "melhores músicas" ou em matérias de capa, um álbum solo de uma artista feminina do gênero alcançar um top 30 entre os melhores álbuns do ano é algo sem precedentes. Isso sinaliza uma mudança de percepção: a Jennie está sendo avaliada não apenas como um fenômeno do pop coreano, mas como uma artista global em pé de igualdade com grandes nomes da música ocidental. A comparação com a Rihanna, feita pela própria publicação, não é um elogio vazio; é um reconhecimento de maturidade artística, de uma sonoridade que transcende fronteiras e de uma persona no palco que comanda atenção por si só.
Por dentro das faixas: o que faz de "Ruby" um marco?
O álbum, com suas 15 faixas, é uma viagem por diferentes facetas da artista. Mais do que sucessos instantâneos para as paradas, as músicas contam uma história. Se a faixa-título 'like JENNIE' é um hino de autoconfiança e afirmação com um beat contagiante, outras exploram territórios mais intimistas e experimentais. A produção pessoal da Jennie em todo o projeto é palpável – você consegue ouvir suas escolhas arriscadas, seus gostos musicais ecléticos e a vontade de não se prender a um único formato. É essa autenticidade crua que provavelmente ressoou com os críticos da Rolling Stone. Ela não está seguindo uma fórmula pré-fabricada de sucesso no K-pop; ela está criando a sua própria.
E falando em produção, detalhes do processo criativo vazaram em entrevistas e behind-the-scenes. A Jennie não era apenas uma voz no estúdio; ela estava envolvida em reuniões de produção, na seleção de samples, na construção dos arranjos e até na mixagem. Esse nível de controle criativo total ainda é raro para idols, especialmente em seus lançamentos solo, e solidifica a imagem dela como uma force to be reckoned with na indústria.
O fenômeno além da música: Jennie como ícone de moda e negócios
O sucesso do Ruby não pode ser dissociado do ecossistema que a Jennie construiu ao seu redor. Enquanto o álbum dominava as playlists, ela também:
Consolidava sua posição como embaixadora global de marcas de luxo, com campanhas que frequentemente viralizavam.
Expandia seu próprio negócio, o ODD ATELIER, mostrando uma visão empreendedora que vai muito além do palco.
Mantinha uma presença constante nas redes sociais que é menos sobre "curtir" e mais sobre criar tendências – desde um penteado até um acessório que ela usa pode virar notícia mundial.
Essa sinergia entre música, moda e negócios cria um ciclo virtuoso. O interesse por ela como ícone atrai ouvintes para o álbum, e a qualidade do álbum, por sua vez, valida seu status como artista séria, não apenas uma celebridade. É um equilíbrio difícil que poucos conseguem manter, mas que a Jennie parece estar administrando com maestria.
E o BLACKPINK nisso tudo?
Uma pergunta que muitos fãs (e talvez a indústria) se fazem é: como esse sucesso solo monumental impacta o futuro do BLACKPINK? O que vemos, na verdade, é um fortalecimento da marca do grupo. Cada integrante que se estabelece com força solo prova o calibre individual do quarteto. A turnê mundial "DEADLINE", mencionada no texto original, é a prova de que a energia do grupo está mais viva do que nunca. Ver a Jennie no palco com Rosé, Lisa e Jisoo, depois de ter conquistado um feito histórico por conta própria, deve adicionar uma camada extra de poder e confiança à performance. Longe de sinalizar um afastamento, o sucesso do Ruby mostra que as integrantes do BLACKPINK podem brilhar com luz própria e, ao mesmo tempo, se reunir para criar algo ainda maior – um conceito raro e poderoso no mundo dos grupos pop.
O caminho que a Jennie traçou com Ruby abre portas não apenas para ela, mas para toda uma geração de artistas do K-pop que aspiram a um reconhecimento crítico mais profundo. Ela demonstrou que é possível manter a essência de uma idol – a performance impecável, a conexão com os fãs – enquanto se entrega a um processo artístico arriscado e pessoal. O 29º lugar na lista da Rolling Stone é mais do que um número; é um símbolo de que o muro entre "música coreana" e "música global" está se tornando cada vez mais poroso, e artistas como Jennie estão na linha de frente dessa mudança.
Com informações do: Koreaboo





