Você já imaginou ver seu grupo favorito sendo arrastado para um processo judicial nos Estados Unidos? Pois foi exatamente isso que aconteceu com o NewJeans. A notícia caiu como uma bomba no mundo do K-pop: o grupo, sua gravadora ADOR e a empresa-mãe HYBE estão sendo processados por supostamente copiar uma demo enviada durante o processo de composição da música "How Sweet", um dos maiores hits de 2024.

O que chocou fãs e a mídia não foi apenas o envolvimento das empresas, mas o fato de que as cinco integrantes — Minji, Hanni, Haerin, Hyein e Danielle — foram nomeadas diretamente na ação. Isso levanta questões sérias sobre direitos autorais e os bastidores da indústria musical, algo que nós, fãs de K-pop, sempre desconfiamos, mas raramente vemos em primeira mão.

O que está por trás do processo?

De acordo com as informações divulgadas, o processo alega que "How Sweet" teria sido baseada em uma demo enviada por um compositor independente durante o processo criativo. A questão é: será que houve má fé ou apenas uma coincidência infeliz? No mundo do K-pop, onde a produção é acelerada e cheia de colaborações, esse tipo de situação não é tão raro quanto parece.

O caso está sendo acompanhado de perto por advogados especializados em propriedade intelectual, e o resultado pode estabelecer um precedente importante para a indústria. Enquanto isso, as fãs do NewJeans, conhecidas como Bunnies, estão em polvorosa nas redes sociais, defendendo o grupo e pedindo justiça.

O impacto no grupo e na indústria

Para quem acompanha a trajetória do NewJeans, desde o debut explosivo até o sucesso global, essa notícia parece um obstáculo inesperado. O grupo, que sempre foi elogiado por sua originalidade e conceito fresco, agora enfrenta um desafio que vai além dos palcos. A pergunta que fica é: como isso pode afetar os próximos lançamentos e a imagem do grupo?

Além disso, o caso expõe as complexidades das relações entre artistas, gravadoras e compositores. Muitas vezes, os ídolos são apenas a ponta do iceberg, enquanto as decisões criativas e legais acontecem nos bastidores. Para nós, fãs, fica a reflexão: até que ponto nossos artistas favoritos têm controle sobre o que lançam?

Enquanto o processo segue, a indústria do K-pop observa atenta. Será que veremos mudanças nas práticas de composição e créditos? Ou isso é apenas mais um capítulo na história de um dos maiores grupos da atualidade?

O que dizem os envolvidos?

Até o momento, nem a HYBE, nem a ADOR se pronunciaram oficialmente sobre o caso. O silêncio, como sempre, só aumenta a especulação. Enquanto isso, o compositor que move a ação — cujo nome ainda não foi divulgado publicamente — alega que a demo foi enviada para a equipe de produção do NewJeans e que, posteriormente, elementos centrais da melodia e da estrutura foram usados sem autorização ou crédito.

Do lado dos fãs, a reação é mista. Enquanto alguns defendem o grupo com unhas e dentes, outros pedem cautela e lembram que, no fim das contas, as integrantes podem não ter tido nenhum envolvimento direto na escolha da música. Afinal, quantas vezes vimos ídolos recebendo músicas prontas e apenas gravando? É o velho dilema: o artista é responsável pelo que canta ou apenas um intérprete?

O precedente de casos similares no K-pop

Essa não é a primeira vez que um grande grupo de K-pop enfrenta acusações de plágio. Lembram do caso do BLACKPINK com "Ice Cream"? Ou as polêmicas envolvendo o TWICE e o Red Velvet? A diferença aqui é que o processo foi movido nos Estados Unidos, o que pode tornar as coisas mais complicadas — e mais caras.

Nos EUA, as leis de direitos autorais são extremamente rigorosas, e casos como esse podem se arrastar por anos. Para o NewJeans, que está em plena ascensão internacional, isso pode significar atrasos em turnês, lançamentos e até mesmo acordos publicitários. É um cenário que nenhum fã gostaria de ver, mas que infelizmente faz parte do jogo.

O que esperar daqui para frente?

Enquanto a poeira não baixa, o NewJeans segue com sua agenda normalmente. O grupo recentemente anunciou novas datas para a turnê mundial e continua dominando as paradas musicais. Mas, nos bastidores, advogados já devem estar trabalhando a todo vapor para resolver a situação.

Para nós, que acompanhamos cada passo do grupo, resta torcer para que a verdade venha à tona e que, independentemente do resultado, as meninas não sejam prejudicadas por algo que pode estar além do controle delas. Afinal, o K-pop já nos ensinou que nem tudo são luzes e palco — há muita burocracia e, infelizmente, processos judiciais também.

Com informações do: Koreaboo