Você já imaginou uma garota perfeitamente elegante e sofisticada, daquelas que parecem ter saído de um conto de fadas, mas que no fundo é uma completa viciada em jogos de luta? Pois é, o anime Tai Ari Deshita Ojоu-sama wa Kakutоou Game Nante Shinai (ou Young Ladies Don’t Play Fighting Games) promete exatamente essa mistura inusitada de yuri, comédia e muito, muito arcade. E o melhor: acaba de sair um trailer novo, com a abertura na voz de uma banda irada e a data de estreia confirmada. Bora conferir?

O que sabemos até agora?

O site oficial da adaptação em anime liberou um novo trailer, e olha, ele veio recheado de informações. O vídeo mostra um pouco mais da dinâmica entre as protagonistas, além de dar uma prévia da abertura “Inochi Mijikashi Tai Suru Otome yo!”, cantada pela banda Hanabie. A música já entra com tudo, combinando perfeitamente com o clima de ação e diversão da obra.

E a data? Já pode marcar no calendário: a estreia está prevista para o dia 7 de julho. Sim, vai ser um dos animes do meio do ano para ficar de olho!

Quem está por trás dessa loucura?

O time de produção é de respeito e tem tudo para entregar uma adaptação caprichada. Dá uma olhada na equipe principal:

  • Direção: Shouta Ihata (conhecido por Domestic na Kanojo e Girlish Number)
  • Roteiro: Wataru Watari (sim, o autor de Oregairu e Girlish Number)
  • Design de personagens: Mayuko Matsumoto (Kan Colle, Isekai Yakkyoku)
  • Música: Kana Hashiguchi (Youkoso Jitsuryoku II e III, Magic Maker: Isekai Mahou no Tsukurikata)
  • Estúdio: Diomedéa (Domestic na Kanojo, Girlish Number)

Com esse pessoal, dá para esperar um bom equilíbrio entre drama, comédia e, claro, aquela tensão yuri que aquece o coração da gente.

E a história, como é?

A trama acompanha Aya, uma garota que finalmente conseguiu a tão sonhada bolsa de estudos em uma das escolas mais prestigiadas para garotas ricas. Tudo parecia um sonho, até ela esbarrar em Shirayuri, o exemplo perfeito de elegância e sofisticação. Mas, como nem tudo é o que parece, Shirayuri esconde um grande segredo: ela é uma completa viciada em jogos de luta. E, claro, acaba arrastando Aya para as suas loucuras no mundo dos arcades.

Imagina só a cena: duas garotas de uniforme, uma toda certinha e outra aparentemente perfeita, se enfrentando em jogos de porrada. É o tipo de premissa que promete momentos hilários e, quem sabe, até um romance bem fofo entre as duas.

Por que esse anime já está dando o que falar?

Olha, não é todo dia que a gente vê uma premissa tão específica e ao mesmo tempo tão cativante. A combinação de yuri com jogos de luta é algo que, confesso, eu nunca tinha parado para pensar, mas agora que vi, parece uma ideia brilhante. E não sou só eu: nos fóruns e redes sociais, o pessoal já está hypado com a possibilidade de ver cenas de gameplay animadas com aquele capricho todo, além, é claro, da dinâmica entre as protagonistas. Afinal, quem nunca quis ver uma garota rica e perfeita se descontrolar por causa de um hadouken bem dado?

Além disso, a escolha da banda Hanabie para a abertura foi um acerto enorme. A banda é conhecida por misturar metal, punk e uma energia caótica que combina perfeitamente com o universo dos jogos de luta. Só de ouvir o preview, já dá para sentir a adrenalina. E a letra? "Inochi Mijikashi Tai Suru Otome yo!" (algo como "Donzelas que lutam têm vida curta!") já entrega o tom divertido e meio autodepreciativo da obra.

O que esperar da adaptação?

Com Wataru Watari no roteiro, a gente pode esperar diálogos afiados e aquela profundidade emocional que ele sabe tão bem construir — lembrando que ele é o mesmo cara por trás do complexo e aclamado Oregairu. Claro, aqui o tom é bem mais leve e cômico, mas acredito que ele vai saber dosar os momentos de tensão entre as garotas com as cenas de porrada virtual.

Já o estúdio Diomedéa tem um histórico misto, mas quando acerta, acerta bonito. Domestic na Kanojo pode ter dividido opiniões, mas a direção de Shouta Ihata mostrou que ele sabe lidar com dramas românticos e cenas de impacto emocional. Para Tai Ari Deshita, a expectativa é que ele consiga traduzir a energia dos jogos de luta para a tela, com coreografias de combate que façam jus aos títulos que inspiram a obra.

E falando em inspiração, a obra original é um mangá que já conquistou uma legião de fãs justamente por tratar do universo dos fighting games com carinho e conhecimento de causa. Quem é fã de séries como Street Fighter, Guilty Gear ou Tekken vai se identificar com várias referências e piadas internas. É quase um love letter aos arcades e à cultura competitiva.

Com informações do: Intoxi Anime